20-11 Resposta a Juca Kfouri
19-11 Diego Souza, o câncer que precisa ser eliminado do Palmeiras
18/19-11 Parabéns jogadores !
Post no Blog Socialismo e Palmeiras
http://socialismoepalmeiras.blogspot.com
Amigos, o nome Luta Verde estava meio estranho. Lembrava algo da luta dos ambientalistas. Alguns achavam que o nome tinha relação com a descriminalização da maconha (rsrs). Por isso, resolvi colocar um nome que tivesse mais proximidade com o conteúdo do blog.
http://socialismoepalmeiras.blogspot.com
Os textos são os mesmos. A partir do post depois do jogo contra o Grêmio vou postar só no outro endereço.
Socialismo e Palmeiras- Blog sobre o Palmeiras feito por um militante socialista.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Redirecionando
Amigos, o nome Luta Verde estava meio estranho. Lembrava algo da luta dos ambientalistas. Alguns achavam que o nome tinha relação com a descriminalização da maconha (rsrs). Por isso, resolvi colocar um nome que tivesse mais proximidade com o conteúdo do blog.
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Os textos são os mesmos. A partir do post depois do jogo contra o Grêmio vou postar só no outro endereço.
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A mediocridade do jornalismo esportivo
O jornalismo brasileiro em geral é medíocre. As grandes redes de comunicação contratam apenas profissionais para repassarem informações curtas sem importância para a sociedade. Quando as informações são importantes não há a mínima reflexão sobre elas. As notícias passam como folhas levadas pelo vento. Quando há reflexão, é uma reflexão pobre, encomendada pelos parceiros comerciais dos veículos de comunicação que ou buscam comprovar a sua posição específica a respeito de alguma política ou buscam justificar ideológicamente o sistema. Bóris Casoy é o exemplo mais acabado de jornalista que faz comentários defendendo posições que beneficiam as empresas. O ridículo Arnaldo Jabor, com seus comentários falsamente indignados, é o grande defensor das "qualidades" do sistema.
O jornalismo esportivo consegue ser ainda pior. No Brasil, a maior parte da população lê pouco. Muitos só pegam para ler a "parte de esportes" dos jornais. Para alcançar estas pessoas, a linguagem e o conteúdo devem ser simplificados. As notícias de vários jornais e sites são repetidas, não só no conteúdo como também nas próprias construções das frases, que, por vezes, são idênticas em muitos jornais.
Fora alguns sites não comerciais que discutem os temas com qualidade, que normalmente não são "tocados" por jornalistas, mas por pessoas interessadas nos temas, não há nada que se possa aproveitar.
Esta situação faz com que jornalistas fracos, mas que tratam os temas por ângulos diferentes, sejam tidos como inteligentes. Este é o caso de Cosme Rímoli. Rímoli não faz nada de mais, apenas levanta as questões mais óbvias e as coloca em seu blog. O principal diferencial neste caso, é que o jornalista procura as notícias do que não está dando certo. Dos problemas que envolveram carreiras, etc. Algo simples, muito simples, mas que a medíocre imprensa esportiva não faz.
Não é necessário, para Rímoli, muito trabalho investigativo ou pesquisa. Ele apenas pega o seu telefone, liga para algum conhecido obtém uma única informação e faz um texto. O tamanho do texto depende da quantidade de floreios, não das informações.
Tirando a parte dos floreios, este é o mesmo procedimento que estou fazendo agora, com a diferença de que para mim isto é um passa-tempo, não uma profissão. Um profissional com tantos anos de jornalismo, possui mais acesso as informações que podem ser relevantes. Poderia fazer um trabalho muito melhor, com mais conteúdo relevante, elecando os diversos aspectos de um problema, tanto os positivos quanto os negativos. É necessário publicar textos curtos? Tudo bem, publique-os, mas desenvolva paralelamente um trabalho de maior fôlego. Não precisa ser uma dissertação ou tese, mas pode e deveria ser algo melhor.
Mas, pode-se argumentar que o "mercado", esta entidade sem carne e osso que comanda as nossas vidas como se fosse feitiçaria, não permite a existência de textos deste tipo. Ouso dizer que diante da pobre imprensa esportiva, melhores textos seriam apreciados por muitas pessoas e não perderiam o público fiel ao esporte.
Não sou jornalista, sou historiador, apesar dos protestos eu entendo que o diploma não é necessário para exercer a profissão de jornalista em áreas específicas (tirando o Neto, este deveria ter esta exigência, pois chega a ser um crime permitir que ele escreva em um veículo de comunicação), porém, se voltar a exigência para se exercer a profissão de jornalista que, pelo menos, as faculdades se aprofundem não só nos aspectos formais da profissão, mas também na questão da qualidade do conteúdo dos textos jornalísticos.
O jornalismo esportivo consegue ser ainda pior. No Brasil, a maior parte da população lê pouco. Muitos só pegam para ler a "parte de esportes" dos jornais. Para alcançar estas pessoas, a linguagem e o conteúdo devem ser simplificados. As notícias de vários jornais e sites são repetidas, não só no conteúdo como também nas próprias construções das frases, que, por vezes, são idênticas em muitos jornais.
Fora alguns sites não comerciais que discutem os temas com qualidade, que normalmente não são "tocados" por jornalistas, mas por pessoas interessadas nos temas, não há nada que se possa aproveitar.
Esta situação faz com que jornalistas fracos, mas que tratam os temas por ângulos diferentes, sejam tidos como inteligentes. Este é o caso de Cosme Rímoli. Rímoli não faz nada de mais, apenas levanta as questões mais óbvias e as coloca em seu blog. O principal diferencial neste caso, é que o jornalista procura as notícias do que não está dando certo. Dos problemas que envolveram carreiras, etc. Algo simples, muito simples, mas que a medíocre imprensa esportiva não faz.
Não é necessário, para Rímoli, muito trabalho investigativo ou pesquisa. Ele apenas pega o seu telefone, liga para algum conhecido obtém uma única informação e faz um texto. O tamanho do texto depende da quantidade de floreios, não das informações.
Tirando a parte dos floreios, este é o mesmo procedimento que estou fazendo agora, com a diferença de que para mim isto é um passa-tempo, não uma profissão. Um profissional com tantos anos de jornalismo, possui mais acesso as informações que podem ser relevantes. Poderia fazer um trabalho muito melhor, com mais conteúdo relevante, elecando os diversos aspectos de um problema, tanto os positivos quanto os negativos. É necessário publicar textos curtos? Tudo bem, publique-os, mas desenvolva paralelamente um trabalho de maior fôlego. Não precisa ser uma dissertação ou tese, mas pode e deveria ser algo melhor.
Mas, pode-se argumentar que o "mercado", esta entidade sem carne e osso que comanda as nossas vidas como se fosse feitiçaria, não permite a existência de textos deste tipo. Ouso dizer que diante da pobre imprensa esportiva, melhores textos seriam apreciados por muitas pessoas e não perderiam o público fiel ao esporte.
Não sou jornalista, sou historiador, apesar dos protestos eu entendo que o diploma não é necessário para exercer a profissão de jornalista em áreas específicas (tirando o Neto, este deveria ter esta exigência, pois chega a ser um crime permitir que ele escreva em um veículo de comunicação), porém, se voltar a exigência para se exercer a profissão de jornalista que, pelo menos, as faculdades se aprofundem não só nos aspectos formais da profissão, mas também na questão da qualidade do conteúdo dos textos jornalísticos.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Dia 18/11, hoje é o dia
Muitas coisas estão se definindo nesta reta final de campeonato. As declarações do professor Belluzzo depois da partida contra o Fluminense se mostraram oportunas. O gancho que ele pegou, que segundo o jornal Lance pode ter efeito suspensivo já em janeiro de 2010, é pequeno perto da atenção que ele chamou as mazelas do futebol brasileiro.
Se não fosse as declarações de Belluzzo estaríamos sem nenhum zagueiro titular na partida contra o Grêmio. Danilo foi absolvido graças ao posicionamento do professor.
Mas, corremos o risco de que o STJD deixe passar todas as polêmicas no final do campeonato, para não gerar mais polêmicas. Esta quarta-feira será decisiva neste aspecto. Os julgamentos de Borges, Dagoberto de Jean, do São Paulo, ocorrem hoje. A análise fria das infrações levaria a suspensão de Borges até o finaldo campeonato, assim como a de Dagoberto que possui um grande histórico de entradas violentas. Em meu modo de ver, depois da decisão sobre o caso do Danilo, o Dagoberto pegará só um jogo (já cumprido). Borges pode ser suspenso por um período maior, mas algo me diz que ele estará livre para as duas últimas partidas do São Paulo. Caso Dagoberto, Borges, mais André Dias e Hugo não joguem pelo São Paulo contra o Botafogo, o time paulista corre sério risco de perder o jogo do fim de semana, ainda mais se a cariocada quiser empurrar o Atlético Paranaense para a segunda divisão.
Outra questão importante que será discutida pelo tribunal, será o efeito suspensivo da suspensão de um jogo que a invasão do estádio do Morumbi causou ao São Paulo. Em outros campeonatos estes efeitos suspensivos sempre foram conseguidos, entendo que não será desta vez que a coisa vai mudar. A não ser que o esquema estaja se encaminhando para o favorecimento descarado dos clubes cariocas.
Em relação a este favorecimento temos exemplos nas duas pontas da tabela. Nesta terça-feira o jogador Alan, que desferiu uma cabeçada no Armeiro na partida contra o Palmeiras foi absolvido e, pasmem, um dos votantes argumentou que entendeu o jogador Alan pois este estava apanhando muito. Tudo bem, por esta lógica se alguém ficar me xingando eu terei o direito de matar a pessoa. A proporção é diferente mas o princípio é o mesmo, as regras do futebol não seriam "claras" como diz o comentarista, mudariam de jogo para jogo.
Na outra ponta da tabela temos um fato ainda mais preocupante para as esperanças dos palmeirenses. Como já havíamos discutido em outra postagem, o jogo do Flamengo contra o Corinthians passou para Campinas, um estádio teoricamente neutro, portanto o Flamengo vai jogar, nesta reta final, duas partidas em seu estádio e uma partida em um estádio neutro, enquanto o Palmeiras jogará duas partidas fora e uma no Palestra e o São Paulo, se o efeito suspensivo não for aceito, jogará duas partidas fora e uma em estádio teoricamente neutro.
Mas tudo isso, nesta altura dos acontecimentos, pouco importa. Pois, ou ganhamos do Grêmio ou estamos fora, daí toda esta discussão sobre os benefícios para o São Paulo ou Flamengo ficará extremamente prejudicada.
Em relação ao jogo contra o Grêmio não vou falar nada. Só esperar. Muitas vezes eu pensei que o time tinha tudo para ganhar e o time não ganhou. Amanhã teoricamente teríamos chances com o Grêmio todo remendado, mas tudo vai depender do comportamento do Palmeiras em campo e este, sinceramente, é imprevisível para mim.
Se não fosse as declarações de Belluzzo estaríamos sem nenhum zagueiro titular na partida contra o Grêmio. Danilo foi absolvido graças ao posicionamento do professor.
Mas, corremos o risco de que o STJD deixe passar todas as polêmicas no final do campeonato, para não gerar mais polêmicas. Esta quarta-feira será decisiva neste aspecto. Os julgamentos de Borges, Dagoberto de Jean, do São Paulo, ocorrem hoje. A análise fria das infrações levaria a suspensão de Borges até o finaldo campeonato, assim como a de Dagoberto que possui um grande histórico de entradas violentas. Em meu modo de ver, depois da decisão sobre o caso do Danilo, o Dagoberto pegará só um jogo (já cumprido). Borges pode ser suspenso por um período maior, mas algo me diz que ele estará livre para as duas últimas partidas do São Paulo. Caso Dagoberto, Borges, mais André Dias e Hugo não joguem pelo São Paulo contra o Botafogo, o time paulista corre sério risco de perder o jogo do fim de semana, ainda mais se a cariocada quiser empurrar o Atlético Paranaense para a segunda divisão.
Outra questão importante que será discutida pelo tribunal, será o efeito suspensivo da suspensão de um jogo que a invasão do estádio do Morumbi causou ao São Paulo. Em outros campeonatos estes efeitos suspensivos sempre foram conseguidos, entendo que não será desta vez que a coisa vai mudar. A não ser que o esquema estaja se encaminhando para o favorecimento descarado dos clubes cariocas.
Em relação a este favorecimento temos exemplos nas duas pontas da tabela. Nesta terça-feira o jogador Alan, que desferiu uma cabeçada no Armeiro na partida contra o Palmeiras foi absolvido e, pasmem, um dos votantes argumentou que entendeu o jogador Alan pois este estava apanhando muito. Tudo bem, por esta lógica se alguém ficar me xingando eu terei o direito de matar a pessoa. A proporção é diferente mas o princípio é o mesmo, as regras do futebol não seriam "claras" como diz o comentarista, mudariam de jogo para jogo.
Na outra ponta da tabela temos um fato ainda mais preocupante para as esperanças dos palmeirenses. Como já havíamos discutido em outra postagem, o jogo do Flamengo contra o Corinthians passou para Campinas, um estádio teoricamente neutro, portanto o Flamengo vai jogar, nesta reta final, duas partidas em seu estádio e uma partida em um estádio neutro, enquanto o Palmeiras jogará duas partidas fora e uma no Palestra e o São Paulo, se o efeito suspensivo não for aceito, jogará duas partidas fora e uma em estádio teoricamente neutro.
Mas tudo isso, nesta altura dos acontecimentos, pouco importa. Pois, ou ganhamos do Grêmio ou estamos fora, daí toda esta discussão sobre os benefícios para o São Paulo ou Flamengo ficará extremamente prejudicada.
Em relação ao jogo contra o Grêmio não vou falar nada. Só esperar. Muitas vezes eu pensei que o time tinha tudo para ganhar e o time não ganhou. Amanhã teoricamente teríamos chances com o Grêmio todo remendado, mas tudo vai depender do comportamento do Palmeiras em campo e este, sinceramente, é imprevisível para mim.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
O melhor ataque é a defesa
O futebol mundial mudou. Em termos gerais as defesas bem postadas são mais importantes hoje do que os ataques. O grande trunfo do São Paulo, fora a arbitragem, é ter uma defesa consistente. O Flamengo subiu de produção com a chegada do Maldonado e as boas atuações do Willians (este eu queria no meu time). Antes das contusões do Maurício Ramos e do Pierre também tínhamos alcançado esta consistência defensiva.
Estávamos com uma defesa que marcava bem. Wendel pela direita, a dupla de zagueiros e o gigante Pierre garantiam tranquilidade ao time. O gol sairia, mais cedo ou mais tarde, o importante era não tomar gols.
Pierri trabalhava triplicado. Trabalhava por ele como primeiro volante e cobria o nulo Armero e o deficiente Edmilson.
O Armero marca sempre a distância, uma grande distância diga-se de passagem, isso gera, invariavelmente, situações de gol para os adversários. É muito mais fácil cruzar a bola a distância do que com uma marcação cerrada e a cobertura da ineficiência do Armero deixava brechas em outros setores do campo. Com o Pierri estes problemas eram minimizados. Por isso, sempre defendi a escalação do Wendel como primeiro volante para substituir o Pierri. Mesmo sem a mesma qualidade e por vezes estabanado, o Wendel não deixa muitos espaços, tem um bom fôlego e quando perde ou não consegue marcar, sendo driblado por exemplo, volta na mesma hora e tenta marcar novamente.
Devido as contusões perdemos a nossa consistência defensiva. Com ela o time era o melhor do campeonato, pois o ataque conseguia cumprir o seu papel. Sem ela o time despencou de produção. Por este motivo perdemos o campeonato, a arbitragem foi a cereja do bolo, mas o estrago havia sido feito por nossas próprias deficiências de elenco. O problema poderia ser minimizado com a escalação correta do time, sem dúvida, mas não seria resolvido.
Devido a necessidade de ter consistência defensiva, defendo a permanência do Muricy. Ele sabe montar times fortes defensivamente. Resta saber se o clube conseguirá contratar os atletas necessários para a posição.
Estávamos com uma defesa que marcava bem. Wendel pela direita, a dupla de zagueiros e o gigante Pierre garantiam tranquilidade ao time. O gol sairia, mais cedo ou mais tarde, o importante era não tomar gols.
Pierri trabalhava triplicado. Trabalhava por ele como primeiro volante e cobria o nulo Armero e o deficiente Edmilson.
O Armero marca sempre a distância, uma grande distância diga-se de passagem, isso gera, invariavelmente, situações de gol para os adversários. É muito mais fácil cruzar a bola a distância do que com uma marcação cerrada e a cobertura da ineficiência do Armero deixava brechas em outros setores do campo. Com o Pierri estes problemas eram minimizados. Por isso, sempre defendi a escalação do Wendel como primeiro volante para substituir o Pierri. Mesmo sem a mesma qualidade e por vezes estabanado, o Wendel não deixa muitos espaços, tem um bom fôlego e quando perde ou não consegue marcar, sendo driblado por exemplo, volta na mesma hora e tenta marcar novamente.
Devido as contusões perdemos a nossa consistência defensiva. Com ela o time era o melhor do campeonato, pois o ataque conseguia cumprir o seu papel. Sem ela o time despencou de produção. Por este motivo perdemos o campeonato, a arbitragem foi a cereja do bolo, mas o estrago havia sido feito por nossas próprias deficiências de elenco. O problema poderia ser minimizado com a escalação correta do time, sem dúvida, mas não seria resolvido.
Devido a necessidade de ter consistência defensiva, defendo a permanência do Muricy. Ele sabe montar times fortes defensivamente. Resta saber se o clube conseguirá contratar os atletas necessários para a posição.
Tribunal Imparcial?
Superando a tristeza, vamos tocar pra frente, a vida continua.
Estou para ver um tribunal que seja realmente imparcial. Na postagem sobro a questão do futebol, legislação e poder, coloquei que é o poder, principalmente o econômico que determina as decisões dos tribunais.
No caso do futebol as paixões clubísticas também interferem de forma considerável. A vaidade pessoal é outro componente que não deve ser desprezado.
Julgamento do Belluzzo
Entendo que o professor Belluzzo já espera o que vai acontecer no tribunal. Dificilmente o tribunal terá o mesmo tratamento dado ao presidente do Flamengo, que também fez pesadas críticas a um juíz no campeonato brasileiro. A absolvição é quase impossível, afinal o cabelo do Belluzzo não é rubro-negro.
Dos males o menor. Belluzzo continuará comandando o Palmeiras. Os projetos iniciados não vão parar. A única coisa é que terá algumas folgas no que diz respeito a seus compromissos burocráticos específicos do futebol. Agora ele terá mais tempo para planejar o crescimento do Palmeiras, tanto o do time quanto os outros projetos do clube. Deixa o Palaia ir assinar papelada na CBF contanto que as principais decisões permaneçam nas mãos do professor e que Belluzzo não deixe de dar suas opiniões. Faz tempo que a torcida palmeirense esperava esta postura de um dirigente.
Julgamento dos jogadores
O julgamento do Marcos não terá grandes problemas. Todos conhecem o seu caráter. Pegaria até mal para o tribunal o punir, pois a perseguição se tornaria escancarada.
O caso do Danilo é mais complexo. Se a análise do tribunal fosse meramente técnica, eu esperaria a punição do Danilo, assim como a do Dagoberto e a do Borges. Mas, pode ser que para livrar a cara dos são paulinos, a pena do Danilo seja abrandada, ou ele seja absolvido.
A questão de que Danilo já foi punido com cartão amarelo e que a decisão é do árbitro para mim não cola. A bem da verdade o árbitro estava pressionado pela expulsão do Marcos, para mim justa assim como a do Rogério Ceni contra o Santos. Danilo, em um momento de nervosismo "levantou" o Jorge Henrique, bem ao estilo dos jogadores argentinos e uruguaios. O corinthiano poderia competir no salto com barreira. Com a ajuda do Danilo ele quebraria o recorde mundial (rsrsrs).
Deixando a brincadeira de lado, o Danilo realmente não tem um histórico de violência. Isso não é apenas um argumento para a defesa, é uma realidade. A verdade é que ele se deixou levar pelas circunstâncias do jogo. O Palmeiras tinha acabado de levar um gol, a vitória era importante e o erro de marcação estava se repetindo logo na sequência do gol. Se ele não fizesse a falta o Corinthians faria mais um gol e o jogo acabaria para o Palmeiras. Caso seja condenado não devemos crucificar o Danilo. Ele agiu como deveria agir. Não teve sangue de barata como outros jogadores do Palmeiras. Está certo, a violência foi excessiva, se o tribunal o punir, mas também punir o Dagoberto e o Borges não teremos do que reclamar.
Estou para ver um tribunal que seja realmente imparcial. Na postagem sobro a questão do futebol, legislação e poder, coloquei que é o poder, principalmente o econômico que determina as decisões dos tribunais.
No caso do futebol as paixões clubísticas também interferem de forma considerável. A vaidade pessoal é outro componente que não deve ser desprezado.
Julgamento do Belluzzo
Entendo que o professor Belluzzo já espera o que vai acontecer no tribunal. Dificilmente o tribunal terá o mesmo tratamento dado ao presidente do Flamengo, que também fez pesadas críticas a um juíz no campeonato brasileiro. A absolvição é quase impossível, afinal o cabelo do Belluzzo não é rubro-negro.
Dos males o menor. Belluzzo continuará comandando o Palmeiras. Os projetos iniciados não vão parar. A única coisa é que terá algumas folgas no que diz respeito a seus compromissos burocráticos específicos do futebol. Agora ele terá mais tempo para planejar o crescimento do Palmeiras, tanto o do time quanto os outros projetos do clube. Deixa o Palaia ir assinar papelada na CBF contanto que as principais decisões permaneçam nas mãos do professor e que Belluzzo não deixe de dar suas opiniões. Faz tempo que a torcida palmeirense esperava esta postura de um dirigente.
Julgamento dos jogadores
O julgamento do Marcos não terá grandes problemas. Todos conhecem o seu caráter. Pegaria até mal para o tribunal o punir, pois a perseguição se tornaria escancarada.
O caso do Danilo é mais complexo. Se a análise do tribunal fosse meramente técnica, eu esperaria a punição do Danilo, assim como a do Dagoberto e a do Borges. Mas, pode ser que para livrar a cara dos são paulinos, a pena do Danilo seja abrandada, ou ele seja absolvido.
A questão de que Danilo já foi punido com cartão amarelo e que a decisão é do árbitro para mim não cola. A bem da verdade o árbitro estava pressionado pela expulsão do Marcos, para mim justa assim como a do Rogério Ceni contra o Santos. Danilo, em um momento de nervosismo "levantou" o Jorge Henrique, bem ao estilo dos jogadores argentinos e uruguaios. O corinthiano poderia competir no salto com barreira. Com a ajuda do Danilo ele quebraria o recorde mundial (rsrsrs).
Deixando a brincadeira de lado, o Danilo realmente não tem um histórico de violência. Isso não é apenas um argumento para a defesa, é uma realidade. A verdade é que ele se deixou levar pelas circunstâncias do jogo. O Palmeiras tinha acabado de levar um gol, a vitória era importante e o erro de marcação estava se repetindo logo na sequência do gol. Se ele não fizesse a falta o Corinthians faria mais um gol e o jogo acabaria para o Palmeiras. Caso seja condenado não devemos crucificar o Danilo. Ele agiu como deveria agir. Não teve sangue de barata como outros jogadores do Palmeiras. Está certo, a violência foi excessiva, se o tribunal o punir, mas também punir o Dagoberto e o Borges não teremos do que reclamar.
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